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    4 lições das bigtechs para otimizar o fluxo de dinheiro no varejo

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    CEO de techfin compartilha estratégias para varejo gerenciar o fluxo do dinheiro e melhorar as experiências de vendas

    Muitas bigtechs entenderam que, para ganharem escala global, além da tecnologia, dominar a gestão do fluxo do dinheiro é fundamental para o sucesso, principalmente devido às suas plataformas digitais inovadoras e à proporção global em que operam. Mas as necessidades e recursos de cada negócio podem variar. Por isso, muitos negócios que ainda realizam trabalhos manualmente para gerenciar transações e coordenar fornecedores de pagamentos e serviços, podem se inspirar nas práticas adotadas por grandes empresas para otimizar o fluxo do dinheiro e aumentar a eficiência financeira.

    Com as empresas evoluindo em modelos cada vez mais refinados na direção de aproximarem-se a-às necessidades do mercado, o advento do pix e a ascensão do Open Finance, no Brasil, as companhias têm vários desafios além dos já tradicionais, como receber dinheiro dos seus clientes e pagar fornecedores, por exemplo. Pensando nisso, a Slice, uma techfin que dá controle às empresas para criarem seus próprios sistemas operacionais de dinheiro, reuniu algumas dicas adotadas pelas bigtechs, que podem ser aplicadas pelos varejistas. São elas:

    1. Posso ter mais de um fornecedor de payments?

    Liberdade é um conceito aplicável também aos negócios. Evitar a exposição a possíveis riscos operacionais, garantir o melhor suporte para a operação assim como aproveitar as melhores taxas do mercado são itens que estão no topo do ranking dos desejos para os gestores. Outro ponto de grande relevância é a preocupação dos gestores na escolha de parceiros de negócio que não engessem suas operações, que muitas vezes acabam por travar as regras de negócios.

    “A evolução dos negócios como estamos vendo atualmente passa não somente pelos métodos de pagamento, mas sim sobre como os negócios gerenciam o ciclo de vida das transações, e isso significa orquestrar uma série de fornecedores”, diz Sérgio Irigoyen, sócio-fundador e CEO da Slice. Alguns números apoiam tal afirmação: de acordo com o Statista, portal internacional de estatísticas de marketing, as empresas processarão US$8 trilhões em pagamentos sem atrito até 2024, um salto significativo em relação aos US$3,9 trilhões em 2020.

    2. Posso customizar minhas próprias regras de split de pagamento?

    A divisão do pagamento realizada pelo cliente é uma função que cada vez mais é demandada pelos negócios que necessitam administrar o dinheiro de terceiros que passam pela sua estrutura, tornando-se um dos pontos vitais da estratégia. Por este motivo, conquistar a capacidade de operacionalizar esta funcionalidade, atendendo ao modelo de negócio, pode se tornar uma decisão chave para destravar o crescimento em escala.

    3. Como conciliar vários meios de pagamento?

    Os pagamentos em tempo real já fazem parte da realidade dos varejistas. Considere as estatísticas: de acordo com a MarketsandMarkets, o mercado global de pagamentos em tempo real explodirá em 2023, disparando para US$25,9 bilhões, aumento de três vezes com relação aos US$6,8 bilhões de 2018.

    “A flexibilidade oferecida pelos pagamentos em tempo real aos consumidores e empresas ao fazer e receber transações deverá impulsionar o crescimento das mesmas. Este poder aliado a uma infraestrutura financeira de ponta são decisivos para destravar o crescimento dos negócios”, aponta o sócio-fundador e CEO da Slice.

    4. Serviços financeiros são uma boa alternativa?

    Seja como uma estratégia para fomentar parceiros de negócio dentro de seu ecossistema, como facilitar acesso aos seus produtos ou serviços por clientes finais, a adesão de serviços financeiros aos negócios tradicionais é um caminho sem volta. Em boa parte dos casos, vemos não somente um aumento de resultado nas vendas, mas também a transformação de uma despesa em oportunidades de novas receitas, motivando as empresas em iniciativas fintech.

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