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    Lojas autônomas se popularizam e chegam ao universo dos pequenos e médios varejos

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    Saiba como empresas como a Beepay têm oferecido soluções completas e democratizado as lojas autônomas no país

    Conveniência e segurança são dois dos fatores que têm feito o cenário de lojas autônomas crescer exponencialmente no Brasil e no mundo. Depois de cair nas graças de grandes varejos como a Amazon e o Alibaba, o modelo está cada vez mais acessível às pequenas e médias empresas graças à chegada de players democratizadores da tecnologia como a Beepay.

    Como sabemos, a pandemia da covid-19 acelerou diversos processos de digitalização no varejo mundial – processos estes que contemplam um campo muito maior do que apenas o boom das vendas via e-commerce.

    Isso porque, além de estarem mais dispostos a comprar de maneira remota, diversos consumidores não deixaram de valorizar a experiência da compra física, buscando alternativas para fazê-lo ao mesmo tempo em que eliminavam atritos como o tempo de deslocamento até a loja e a espera nas filas.

    Um estudo realizado pela GfK revelou, por exemplo, que para 92% dos consumidores de mercadinhos a proximidade é um fator decisivo de compra

    Este fator, somado a outras características das lojas autônomas como a redução de 80% do tempo de espera na fila e o self-checkout na ponta dos dedos via aplicativo fizeram o modelo cair nas graças dos clientes.

    Ao perceberem essa tendência de comportamento, grandes varejistas como o Grupo Muffato passaram a investir de maneira massiva em lojas autônomas de bairro e, sobretudo, de condomínios fechados – movimento que culminou em um faturamento de R$ 35 bilhões das lojas autônomas em 2022.

    Players como a Beepay viabilizam o conceito de lojas autônomas para as PME’s

    Os números do segmento desmistificam a ideia de que uma loja 100% automatizada e sem funcionários é ‘coisa do futuro’ e que ‘vai demorar pra pegar no Brasil’.

    O que poucos empreendedores sabem, porém, é que – mais do que já ser uma realidade entre os grandes varejos, com capacidade de investimento para desenvolver suas próprias soluções – a modalidade também está acessível às pequenas e médias empresas.

    A entrada destes players neste nicho tem sido propiciada por meio de parcerias disponíveis com empresas que oferecem todo o aparato de soluções necessário para uma loja autônoma funcionar com efetividade e segurança. No Brasil, esse nicho de ‘parceiro do varejo autônomo’ tem a Beepay como um de seus protagonistas.

    “Do controle de acesso de portas ao pagamento, nossa solução supre todas as necessidades de automação de uma loja”, compartilhou Alexandre Ronchi, cofundador da Beepay , antes de detalhar suas soluções.

    “Para o consumidor, nosso aplicativo controla o acesso de portas, captura os produtos por meio  do escaneamento do código de barras e realiza o pagamento pelo próprio aplicativo. Já para o varejista, temos um sistema na nuvem que controla estoque e emite notas fiscais; rastreia os pedidos finalizados e não finalizados; possibilita comunicação segmentada e instantânea com os clientes e gera inteligência de mercado”, complementa Ronchi.

    Questionada sobre os principais nichos de varejistas para os quais a loja autônoma pode ser uma alternativa relevante, a CEO da Beepay, Renata Costa, afirmou que a solução otimiza os resultados de todos os segmentos que se encaixam no conceito de varejo de recorrência, tais como: pet; farmácia; material de construção; e, sobretudo, varejo alimentar.”São lojas que funcionam 24h por dia, 7 dias na semana. Por isso, são voltadas a estes segmentos em que as compras acontecem com mais frequência”, explicou a CEO, convidando os interessados a conhecerem as soluções e planos com mais profundidade no site da Beepay.

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