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    Novo modelo de Parcelamento via Pix absorve 100% do risco de fraude e chargeback

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    Especializada no modelo BNPL, a Pagaleve neutraliza as perdas com contestações de compra e destrava o consumo para uma fatia de 90 milhões de brasileiros sem limite no cartão tradicional por meio do Parcelamento via Pix

    No varejo brasileiro, vender parcelado é sinônimo de aceitar uma exposição de risco que pode diminuir silenciosamente a lucratividade. Segundo dados da Serasa Experian, o Brasil registrou 2,3 milhões de tentativas de fraude em 2025, volume que evidencia a escala dos ataques ao comércio digital e o impacto do chargeback — cancelamento de uma venda por contestação ou fraude, que resulta na perda do produto e do capital. Na prática, essa vulnerabilidade compromete a saúde financeira do varejista, visto que, em média, 1,9% de toda a receita de vendas do setor é destinada para cobrir os custos totais das fraudes, de acordo com estudo realizado pela Pagaleve em parceria com a GMattos.

    Especializada em solução BNPL (Buy Now Pay Later, ou “compre agora, pague depois”, em tradução livre), a Pagaleve viabiliza as compras de mais de 90 milhões de brasileiros que, de acordo com dados do IBGE e PNAD, não conseguem parcelar devido a restrições de crédito ou limite. Desde 2021, o Parcelamento via Pix da fintech neutraliza esse gargalo ao oferecer, também, risco zero de inadimplência e chargeback aos seus parceiros. 

    Diferente das operadoras de cartão de crédito tradicionais, que repassam o prejuízo da contestação de compra ao lojista, a Pagaleve assume 100% da responsabilidade pela transação. O modelo protege o varejista de situações como a “fraude amigável”, quando uma compra legítima é indevidamente contestada pelo titular do cartão. Uma vez que a venda é aprovada pelo ‘motor de risco’ da fintech, em um processo que leva menos de 3 segundos, o lojista tem a garantia do recebimento do valor. 

    Ao utilizar Inteligência Artificial e Machine Learning para operar com governança de dados de ponta a ponta, a Pagaleve vai na contramão do mercado convencional, que depende de scores de crédito e de uma cadeia com intermediários. Assim, a fintech atua simultaneamente na análise de crédito e na execução da transação, detendo uma visibilidade completa do fluxo financeiro, o que não é possível no modelo de crediário via cartões. Essa integração vertical permite uma decisão superior, que garante taxas médias de aprovação de 65% e recupera vendas que o varejo tradicional poderia perder. 

    “O mercado brasileiro de crédito é ineficaz para incluir todos os potenciais consumidores, e nós invertemos essa lógica”, afirma Eduardo Zucareli, Chief Commercial Officer (CCO) da Pagaleve. “A inadimplência da Pagaleve registrada no Q4 de 2025 esteve na média de 2,0%, índice altamente competitivo frente ao crédito pessoal ou aos juros rotativos do cartão, que superam os dois dígitos. Nosso sistema consegue fazer uma avaliação precisa do risco da transação específica que o consumidor quer fazer no momento da compra. Para o varejista, isso significa converter o público que o cartão rejeita, com a segurança de não ter que lidar com riscos de inadimplência ou chargeback”, completa. 

    Além de mitigar riscos financeiros, o Parcelamento via Pix da Pagaleve otimiza a operação do varejista e influencia diretamente a etapa do checkout, em que a simplicidade e a aprovação instantânea combatem diretamente a fricção no momento de finalizar a compra. Segundo dados da fintech, essa redução do abandono de carrinho e a captura do público que o sistema bancário tradicional pode rejeitar já geram um incremento de faturamento entre 8% e 13%, o que consolida a empresa como uma alavanca estratégica de conversão e fidelização para os parceiros.

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