Na vanguarda do varejo de autopeças, Autozone estimula integração cultural

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“Autozoners”são incentivados a participar dos processos de gestão e motivada a aproveitar oportunidades de mobilidade na empresa

Como atuam os balconistas nos gigantes globais do varejo de autopeças? Uma das maiores lojas do mundo, a Autozone tem mergulhado fundo no conceito de máxima integração das equipes dentro da cultura da empresa.

Tal como gigantes do varejo de outros segmentos, a loja nascida nos Estados Unidos direcionou seu foco na criação de um padrão de relacionamento humano entre funcionários e clientes que se estende a todos os níveis hierárquicos da empresa.

Seus vendedores – denominados de “Autozoners” – são selecionados e capacitados de acordo com sua capacidade de relacionamento com o consumidor, a fim de que a experiência de compra acabe suplantando a frieza da simples troca comercial.

“Nós selecionamos tanto profissionais experientes do ramo automotivo, dotados de conhecimento técnico, quanto profissionais de outros segmentos que se destaquem pela capacidade de relacionamento. Eles são capcitados em diferentes níveis: atendimento, técnico e psicológico”, relata o diretor geral da Autozone no Brasil, Maurício Braz.

A formação dos “Autozoners”, no entanto, não se restringe a uma formação holística que lhes permita exercer com excelência só a função para a qual foram contratados inicialmente. Esses personagens são, segundo Braz, convidados desde o início a ser parte integrante da gestão da loja.

A ideia da promoção desse ambiente se baseia em duas premissas. A primeira é o fato de que quanto mais engajado nos processos-macro da empresa, mais o profissional se identificará com sua cultura e modo de pensar – de tal maneira que o “padrão Autozone” não necessite ser reforçado ao todo tempo.

A segunda premissa é o fato desses profissionais, independentemente do nível hierárquico, são, desde o início, estimulados a “crescer dentro da empresa”, em um sistema de mobilidade que mantém os “Autozoners” com motivação constante. “Faz parte da cultura da empresa incentivar essa mobilidade e esse extrapolar da função com que se ocupa momentaneamente”, afirma Braz.

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